O aumento da esperança média de vida e da prevalência de doenças crónicas tem conduzido a um crescimento significativo do número de cuidadores informais e profissionais que prestam apoio a pessoas em situação de fragilidade.
Estes cuidadores enfrentam desafios físicos, emocionais e sociais relevantes, muitas vezes sem formação específica para lidar com situações complexas, como a gestão de stress, a comunicação com pacientes fragilizados ou o equilíbrio entre a vida pessoal e o papel de cuidador.
Neste contexto, torna-se essencial capacitar os profissionais, nomeadamente das farmácias e áreas de proximidade, para reconhecer, apoiar e comunicar eficazmente com cuidadores, promovendo simultaneamente o seu próprio bem-estar.